Graduação - CONDUTA DO AVALIADOR

CONDUTA DO AVALIADOR NOS EXAMES DA LMJ


PARA QUE POSSAMOS DAR AGILIDADE  E EQUILIBRIO AOS  EXAMES, COM BENEFICIO PARA OS AVALIADOS E AVALIADORES   E MELHORAR O PADRÃO DAS AVALIAÇÕES FICOU APROVADO NA REUNIÃO DA SUPERIOR COMISSÃO ESTADUAL DE GRAUS,  O SEGUINTE:

1 – SOMENTE  PODERÃO SER QUESTIONADAS  TÉCNICAS PRESENTES NO PROGRAMA RELATIVO A GRADUAÇÃO DO CANDIDATO OU NO  GABARITO SE HOUVER.

2 – O MEMBRO DA CEG  PODERÁ FAZER SOMENTE MAIS UM QUESTIONAMENTO NO MOMENTO  DA  SUA PERGUNTA AO AVALIADO. 

3 – EM RESPEITO AOS OUTROS AVALIADORES EM MOMENTO ALGUM OUTRO MEMBRO DA CEG  PODERÁ INTERFERIR NA PERGUNTA DO AVALIADOR QUE FEZ A PERGUNTA AO CANDIDATO.

4 -  SE O AVALIADOR DEU-SE POR SATISFEITO COM A RESPOSTA NÃO CABE A OUTRO MEMBRO QUERER CORRIGIR O COMPANHEIRO E SIM AVALIAR DE ACORDO COM SEUS CRITERIOS.

5 – TERMINADA A PERGUNTA DO AVALIADOR, NÃO CABE AO AVALIADOR SEGUINTE QUESTIONAR A TÉCNICA ANTERIOR, E SIM COMO BOM PROFISSIONAL APENAS DAR A NOTA.

6 – A TÉCNICA SOLICITADA DEVERÁ SER REALIZADA DE ACORDO COM O PROGRAMA DE FAIXA EXPOSTO NO SITE DA LIGA. 
EXEMPLO – PARA SHODAN; -   AS TÉCNICAS DEVERÃO SER APLICADAS DE FORMA ESTÁTICA E PELO LADO DE ESCOLHA DO CANDIDATO.
DEVEMOS LEMBRAR QUE OS CANDIDATOS ESTÃO NERVOSOS E CABE A ESTA COMISSÃO SER CLARA E OBJETIVA NOS QUESTIONAMENTOS.
SE O AVALIADOR NÃO ESTIVER SATISFEITO COM O DESEMPENHO DA TÉCNICA  DEVE DAR A NOTA DE ACORDO COM O SEU CONCEITO.

7 – É DE SUMA IMPORTANCIA QUE O AVALIADOR TENHA O CONHECIMENTO DO PROGRAMA DE FAIXAS E DE SEUS DIREITOS COMO AVALIADOR PARA NÃO  CRIAR CONSTRAGIMENTOS PARA O CANDIDATO E PARA A LIGA MINEIRA DE JUDÔ.

8 – DE ACORDO COM O ESTATUTO, É PROIBIDO  AO PRESIDENTE  DA  LMJ  PARTICIPAR DOS EXAMES DE FAIXA E DEVERÁ INFORMAR VIA CORRESPONDENCIA SE O CANDIDATO É OU NÃO  COLABORADOR DA LIGA.

9 – ANTES DE CADA AVALIAÇÃO DA CEG OS MEMBROS DEVERÃO DESIGNAR O SECRETARIO DO EXAME EM QUESTÃO.

10 – A AVALIAÇÃO DE CADA MEMBRO DA COMISSÃO ESTADUAL DE GRAUS É SOBERANA NÃO CABENDO A NENHUM OUTRO AVALIADOR OU MESMO AO PRESIDENTE DA COMISSÃO QUESTIONAR A NOTA DADA.

11 – O VALOR DA NOTA APLICADA AO CANDIDATO NÃO PODE SER INFORMADA A NINGUEM

12 – EM HIPOTESE NENHUMA PODERÁ HAVER  MENOS DE TRES EXAMINADORES EM CADA BANCA EXAMINADORA. SE ISSO ACONTECER O EXAME SERÁ CONSIDERADO INVALIDO.

13 – EM HIPOTESE ALGUMA OS EXAMINADORES E O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE GRAUS  PODERÃO DEIXAR ALGUEM ASSISTIR AO EXAME DE FAIXAS, SOB O RISCO DO EXAME TORNAR-SE INVALIDO PERANTE A LIGA MINEIRA DE JUDÔ.
COMO FORTE ARGUMENTO TEMOS QUE NEM O PRESIDENTE DA LIGA PODE ASSISTIR OU PARTICIPAR DO EXAME QUE DEVE SER TRATADO COM ALTO SIGILO PROFISSIONAL.

14 – A SUPERIOR COMISSÃO DE GRAUS PODERÁ EM QUALQUER MOMENTO DESIGNAR UM DOS MEMBROS PARA FILMAR O EXAME PARA POSTERIOR ANALISE.

15 – O AVALIADOR NÃO PODERÁ EM NENHUM MOMENTO DISCUTIR, ENSINAR, EXPLICAR OU TENTAR SER O “SABE TUDO” DURANTE O EXAME DEVENDO COMO UM BOM PROFISSIONAL SIMPLESMENTE AVALIAR APONDO SUA NOTA  SEM PREJUDICAR O CANDIDATO

16 – DORAVANTE OS EXAMES DEVERÃO  OBRIGATORIAMENTE SER REALIZADOS COM BASE NO  PROGRAMA DA GRADUAÇÃO DA LIGA MINEIRA COM TRES PROVAS  DIFERENTES QUE DEVERÃO SER SORTEADAS ENTRE OS CANDIDATOS. 
SOMENTE PODERÃO SER FEITAS PELA COMISSÃO AS PERGUNTAS DO CONTEUDO DA PROVA SORTEADA, FICANDO VETADO AO AVALIADOR SOLICITAR CONHECIMENTOS  ALEM DO QUE DETERMINA A PROVA.  

17 – O CANDIDATO SERÁ CONSIDERADO APTO A PROMOÇÃO SE A MAIORIA SIMPLES DOS MEMBROS DA BANCA EXAMINADORA APROVAREM O EXAME.  

ESTE REGULAMENTO SÓ PODERÁ SER MUDADO COM A APROVAÇÃO DA SUPERIOR COMISSÃO ESTADUAL DE GRAUS COM REUNIÃO ESPECIFICA PARA ESTE FIM.